Hoje o ideal era trocar o que tenho para fazer por umas pautas de música. Ai que bom que era!
terça-feira, maio 28, 2013
segunda-feira, maio 27, 2013
Hoje estamos assim!
Mumfords&Sons
Ghosts That We Knew
So give me hope in the darkness that I will see the light
Cause oh that gave me such a fright
But I will hold as long as you like
Just promise me we'll be alright
[Uma daquelas que provoca arrepios]
[Uma daquelas que provoca arrepios]
Last Days #Instagram
Como são lindos os meus meninos e que bem que eles tocam - AMCT
Mais um trabalho quase finalizado!
Coisas boas da vida que já faziam falta: Sol, crepes e compras
quarta-feira, maio 22, 2013
terça-feira, maio 21, 2013
Tinha volta dos meus 13 anos quando me fartei mesmo de Barbies e Kens. E mesmo assim acho que foi uma "paixão" que durou demasiado tempo.
Já lá vão 10 anos depois disso. Muita coisa mudou desde então. Afinal de contas é suposto mesmo não é? As pessoas têm de crescer.
No entanto existe quem aos 20 e muitos ainda viva nesse mundo de fantasia, em que o mundo é cor de rosa e está sempre tudo bem e a vida é perfeita. Não vivem mais do que num mundo de ignorância, esquecendo tudo aquilo que se passa à sua volta. O mundo não é cor de rosa... muitas vezes o céu torna-se de um cinzento bem escuro.
Felizmente cresci e apercebi-me já há muito de tudo isso. Que a realidade é muito diferente da fantasia. Mas o melhor de tudo foi ter percebido que não há nada melhor que as coisas reais. Não há nada melhor que o sentir, aquela sensação que nos faz ter a percepção que estamos vivos. Seja a maior das alegrias ou uma dor tão forte que nos mande ao chão. Sentir! E o que é de plástico não sente.
Os Homens a sérios não brincam aos bonecos. Os Homens a sério não gostam de plástico. Sabem que não há melhor sabor que o de um bom "naco de carne". Sabem que a vida não é uma brincadeira e optam por aquilo que é "a sério" ao invés de passarem anos a mais a brincar aos bonequinhos!
E quanto a mim, bem, os "bonequinhos" não me satisfazem. O que é de plástico compra-se, não se conquista. E isso não tem piadinha nenhuma. ;)
quinta-feira, maio 09, 2013
segunda-feira, abril 29, 2013
terça-feira, abril 23, 2013
quinta-feira, abril 11, 2013
quarta-feira, abril 03, 2013
sábado, março 30, 2013
terça-feira, março 26, 2013
segunda-feira, março 25, 2013
domingo, março 24, 2013
"Mas pode-se esquecer? Pode. Como assim? Ora, usando uma técnica vulgarmente usada pelos bombeiros para extinguir os incêndios. O lendário truque do “Fogo contra Fogo” que basicamente consiste em lançar outro fogo em direcção ao que vem a arder. Assim, queima-se uma área que ainda não esteja ardida, para que quando o fogo lá chegar nada mais tenha para arder. E é limpinho.
O que há a fazer é queimar o que ainda houver de bom e fazer com que as coisas que estejam associadas à pessoa que queiramos esquecer não nos pareçam assim tão agradáveis. E quando ela – leia-se o incêndio – aparecer, já só resta terra queimada.
E assim, aproveitando esta bonita analogia dos incêndios, é justo revelar que aqui o grande problema é o vento, o vento que pode reacender as chamas. E esse vento pode ser uma chamada dela – que ninguém atenda o telefone – uma súbita vontade de lhe ligarmos nós, às 4 da manhã com uma voz notoriamente embriagada – apague-se já o número – ouçam, o vento pode ser uma foto dela ainda no quarto – que se guarde isso numa gaveta escura – uma carta que imbecilmente relemos – perigo, perigo! – Aceitar um convite para jantar a dois sob o pretexto de irmos falar sobre o ambiente no mundo – isso é muito arriscado – ir a casa dela rever a primeira temporada dos Sopranos em dvd – que fique claro, ao aceitarem este convite, isto já nem será vento, mas possivelmente, um tornado.
E assim, voltando à perniciosa técnica do fogo contra fogo, o mais importante, é queimarmos tudo à volta sem usarmos um único fósforo. É dizermos “isto é muito bonito e tal, mas eu tenho que sair daqui antes que se faça tarde” e assim, ao não permitirmos recaídas que sabemos que só irão adiar o inevitável, extinguiremos o pouco que vai existindo até que tudo fique reduzido a cinzas, tão frias e inertes, que nenhum vento será capaz de as reanimar."
Fernando Alvim
sábado, março 23, 2013
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